quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Em dois meses, Nefrologia de Santana já contabilizou mais de 600 atendimentos de hemodiálises

Clínica da Vida Lourival Duarte, fica em Santana
Inaugurada há dois meses em Santana para atender munícipes e pacientes da cidade de Mazagão, a Clínica da Vida Lourival Duarte Brandão ampliou o número de pacientes de 24 para 38 e já contabiliza mais de 600 procedimentos de hemodiálise, descentralizando o serviço da Unidade de Nefrologia do Hospital de Clínicas Dr. Alberto Lima (Hcal) e oferecendo mais comodidade aos usuários, que em sua maioria são idosos. 

Paciente renal crônica há 15 anos, Sebastiana da Silva é uma das usuárias que passou a fazer hemodiálise na Clínica da Vida. Para ela, o atendimento mais próximo era uma comodidade necessária. 

"Tenho 63 anos e, para mim, me deslocar de casa, aqui em Santana, até Macapá, era muito cansativo. Agora é um alívio saber que, no dia que tenho que fazer o tratamento, é só andar uma quadra que chego na clínica", contou. 

As sessões acontecem pela manhã e tarde das terças, quintas-feiras e sábados e, nos dias de segunda, quarta e sexta-feira, somente pela tarde. 

Segundo a enfermeira chefe da Nefrologia, Leila Silva, com o retorno de mais médicos que, atualmente estão gozando de férias vencidas e licença maternidade, o atendimento será ampliado novamente. 

"Atualmente a unidade de Santana está atuando com dois médico nefrologistas que, juntos, estão dando assistência para 38 pacientes. Dos outros profissionais, um está de férias e outra está de licença maternidade. Quando estes retornarem, o atendimento será ampliado novamente", ressaltou.

“O que importa é a satisfação do nosso cliente”, diz CEA sobre novo plano de negociação para Santana

Jonywall Soares, gerente da CEA em Santana
A partir desta quarta feira (30/08), a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) passou a oferecer novas condições para a quitação e negociação das faturas de consumo de energia elétrica em atraso. 

Segundo dados do Departamento de Vendas de energia da estatal, foram detectados que existem em todo Estado mais de 174 mil consumidores em situação de inadimplência, que agora podem quitar seus débitos com descontos de até 100% dos juros e multas. 

Na segunda maior cidade do Amapá (Santana), dos quase 15 mil consumidores legalmente cadastrados, 27% estão com débitos superiores a duas faturas de energia elétrica atrasados, o que acumula um prejuízo mensal de quase R$ 5 milhões na arrecadação da Companhia. 

De acordo com o gerente da CEA em Santana Jonywall Soares, a intenção da empresa é favorecer o santanense da melhor forma possível na sua quitação e regularização sobre os serviços prestados pela CEA. 

“Abrimos uma linha de crédito com os consumidores que eles podem dar qualquer valor de entrada e os juros de atraso são eliminados. O que nos importa é a satisfação do cliente em poder se ‘limpar’ com suas dívidas pendentes”, disse o gerente. 

Ações técnicas 
Em conjunto com essa campanha de negociação e quitação, equipes de corte e fiscalização da CEA continuam atuando nos serviços externos, constatando procedimentos irregulares nos padrões e notificando situações consideradas inaceitáveis para a boa distribuição elétrica. 

“O que a empresa quer, acima de tudo, é manter um bom relacionamento com seus clientes, com várias facilidades sobre suas contas atrasadas”, destacou Jonywal. 

Os consumidores que estão com débitos de consumo atrasado, devem procurar a Agência Regional da CEA na Rua Ubaldo Figueira (bairro Central), em frente ao Supermercado Fortaleza, que funciona das 8h das 17h, segunda-feira a sexta-feira.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Chuva e ventania deixam rastros de destruição em Santana

Uma forte rajada de ventos (formando grande ventania), causou inúmeros estragos em residências e pontos comerciais da cidade de Santana na noite desta quarta-feira (30/08).

Segundo testemuhas, a ventania teria durado cerca de 20 minutos, e foi registrada em meio a um período de chuvas fortes, conforme previsto pelo Instituto de Meteorologia para a cidade com cerca de 100 mil em sua área urbana. 

Vários bairros da cidade – como Centro, Hospitalidade e Nova Brasília – tiveram relatos de casas destelhadas e danos materiais causados por vegetação que teria caído sobre carros e motocicletas que estavam estacionadas em pátios. 

“O vento durou vários minutos, mas ela veio junto com a chuva, o que somente piorou as condições que acabaram deixando em várias do meu bairro”, relatou a doméstica Araci Fernandes, residente no bairro Nova Brasília, que teve algumas folhas de telhas de sua casa retiradas pela ventania. 

Araci postou várias fotos nas redes sociais sobre o estrago que a ventania deixou o telhado de sua residência, na qual as folhas de telhas foram arremessadas há dezenas de metros de distância. 

“Não sei nem como explicar uma coisas dessas”, disse assustada a doméstica, que recolheu pedaços de telhas espalhados pelo seu quintal. 

Outro local que sofreu sérios danos materiais foi no cruzamento da Avenida Rio Branco com a Rua Salvador Diniz, onde uma cobertura (estrutura metálica) de uma residência foi arrancada do solo pela força da ventania, indo parar em frente a uma loja de videolocadora.

A estrutura ainda chegou a atingir um veículo estacionado e destruiu um banner metálico da videolocadora. 

“O vento veio com uma força inacreditável”, descreveu o proprietário do veículo que foi atingido pela estrutura metálica. 

Mais destruição 
A chuva e a ventania também provocaram outros estragos em Santana. A Defesa Civil fez várias rondas pelo município, mas ainda não tem a dimensão total dos estragos. 

Em bairros como o Centro da cidade, foram registradas quedas de árvores e até de muros. 

Em contato com o Corpo de Bombeiros de Santana, o blog foi informado que, devido ao forte temporal que atingiu a cidade na noite desta quarta-feira (30), algumas ruas da cidade ficaram com o fornecimento de energia interrompido. 

Técnicos da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) já se encontram trabalhando pelo restabelecimento da energia, sem terem dado  previsão de normalização para o blog até às 23h.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Saindo de Santana, casal é morto a tiros na Rodovia Duca Serra

Um homem e uma mulher foram mortos a tiro na tarde desta terça-feira (29) por volta de 16h30, quando trafegavam no sentido Santana/Macapá em uma motocicleta na rodovia Duca Serra próximo ao Trevão, área industrial de Santana. 

A assessoria de comunicação da PM informou que a central de Operações do 4º Batalhão recebeu uma ligação relatando que o casal trafegava no sentido Santana/Macapá em uma moto de cor vermelha na rodovia Duca Serra, próximo ao Trevão, nas imediações a entrada do ramal do bairro Jardim de Deus, quando dois homens em outra motocicleta cercou o casal efetuando vários disparos de arma de fogo acertando a mulher que caiu da moto, logo em seguida o homem tombou do veiculo, ambos morreram no local. 

Várias viaturas que estão de serviço foram chamadas para dá apoio e fazer o isolamento do local do crime para aguardar a chegada da Policia Técnico Científica (Politec) responsável pela perícia. 

Até o momento não foi divulgado o nome das vitimas devido não aparece nenhum familiar para fazer o reconhecimento. Como também, a polícia não tem pistas dos supostos assassinos. 

Quaisquer informações que possam levar a prisão dos suspeitos podem ser repassadas através do (190) ou pelo número (991083419).

Informações do blog do Iran Fróes

Juíza santanense participa da XI Edição da Jornada Nacional “Maria da Penha”

Juíza Michelle Farias (esquerda) e Janice Divino
A juíza Michelle Farias, do Juizado da Violência Doméstica da Comarca de Santana, e a assistente social Janice Divino participaram da XI edição da Jornada Maria da Penha, ocorrida em agosto na cidade de Salvador/Bahia. 

A Jornada acontece anualmente, desde 2007, voltada a magistrados e membros do Sistema de Justiça envolvidos com ações de combate à violência doméstica. 

O encontro desse ano concentrou-se nas ações da Justiça Restaurativa e contou com a presença da presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, que defendeu a utilização das técnicas da JR na recomposição das famílias que vivenciam o drama da violência doméstica em seu cotidiano. 

A juíza Michelle Farias destacou que o Amapá está no caminho certo, visto que as práticas restaurativas apresentam-se como mais uma forma alternativa à solução de conflitos. É renovação, futuro, é a busca por uma sociedade mais respeitosa, responsável e ordeira.

“Na violência doméstica temos alguns Juizados utilizando, sempre de forma paralela ao processo judicial, e sem influenciar na punibilidade do acusado. Entretanto, começamos discussões acerca de como fazer refletir as decisões dos Círculos nos processos criminais, alguns falaram em aplicar nas ações públicas condicionadas à representação, outros na fase de execução da pena, e cogitou-se a possibilidade de retornar a aplicação do ser 89 da Lei 9099/90. Mas são discussões. Penso que podemos seguir nesse caminho e incrementar nossas ações”, ressaltou a magistrada. 

“Temos incluído algumas técnicas das práticas restaurativas em nossos atendimentos e participar de evento como este, constitui-se um grande privilégio, pois nos motiva a melhorar e ampliar a visão de nossa atuação a partir da realidade de outros Juizados”, destacou Janice Divino. 

As discussões tiveram início na Jornada Maria da Penha e deverão se estender para o Fórum Permanente de Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid) que será realizado no período de 08 à 11 de novembro desse ano na cidade de Natal (RN).

Cabos elétricos furtados são apreendidos pela PM de Santana; Um dos suspeitos tinha mandado de prisão

Na virada da noite de segunda para terça feira (dia 29/08), por volta de 0h30min, a Central de Operações do 4° Batalhão da Polícia Militar recebeu denuncia de transporte de fios de alta tensão supostamente furtados. 

A equipe foi acionada pela Central de Operações do 4° Batalhão que recebeu denúncia de um veículo que transitava na rodovia Duca Serra transportando fios de alta tensão supostamente furtados. 

Nas proximidades do quartel do 4° BPM o veículo informado foi interceptado pela equipe da viatura 0416 e foi constatado o transporte de vários metros de fios de alta tensão, os indivíduos não souberam comprovar a procedência do material encontrado informando apenas que tinham recebido de uma outra pessoa na rodovia AP 010, durante a realização da abordagem foi informado que um dos indivíduos, um homem de 24 anos, tinha um mandado de prisão em seu desfavor. 

Os objetos apreendidos, os três indivíduos juntamente com o veículo, foram apresentados na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Santana.

Batalhão Ambiental realiza doação de carne de animal silvestre apreendida

O Governo do estado do Amapá, por meio da Batalhão Ambiental da Polícia Militar, realizou uma doação de carne de animal silvestre na manhã esta segunda-feira(28/08). 

Por volta das 10h, uma equipe do Batalhão Ambiental fez a doação de carne de animal silvestre apreendida à Revecon, a qual será destinada para alimentação dos animais silvestres pertencentes à reserva, que está localizada numa extensa área de preservação no município de Santana. 

A apreensão ocorreu na terça-feira passada (dia 22/08), no distrito rural de Anauerapucu, durante a averiguação de uma denúncia feita ao Batalhão Ambiental. 

O material doado foi entregue ao coordenador da Revecon, o ambientalista Paulo Neme, que se mostrou bastante agradecido com a ação.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Ministério Público processa deputada estadual por ressarcimento de despesa inexistente

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Cultural e Público do Ministério Público Amapá ingressou com ação de improbidade administrativa contra a deputada Estadual Elizalmira do Socorro Arraes Freires, em razão da parlamentar ter recebido ressarcimento da Assembleia Legislativa do Estado (ALAP) por despesa inexistente. 

No período de agosto/2011 a março/2012 a deputada apresentou à Casa de Leis contrato de locação e recibos de pagamento de alugueis de um imóvel localizado na cidade de Santana-AP, supostamente utilizado para atividades parlamentares, recebendo como ressarcimento o montante corrigido de R$ 89.362,26 (oitenta e nove mil, trezentos e sessenta e dois reais e vinte e seis centavos). 

No entanto, as investigações conduzidas pelo promotor de Justiça Afonso Guimarães revelaram que o imóvel jamais fora locado para a deputada Elizalmira, pois no local reside uma família que nega veementemente qualquer tipo de relação locatícia do referido imóvel.

No ar, a “Rádio Augustão”!

Professora Arlete no comando da rádio augustana
Um projeto desenvolvido dentro de uma escola estadual do município de Santana, com a dedicada colaboração de uma educadora, tem sido uma realidade, e ao mesmo tempo uma experiência única para os mais de 1.200 alunos lotados na instituição, além dos professores que contribuem com suas participações no projeto. 

Com o nome de “Rádio Augustão” – um nome provisório que poderá mudar no futuro –, suas programações têm cumprido uma verdadeira missão de cidadania civil e escolar ao Corpo docente e discente da Escola Augusto Antunes, uma das instituições de ensino mais antigas e respeitadas da cidade de Santana. 

“Tudo começou de modo inesperado e hoje já vem fazendo parte da grade de programação de aulas da escola”, disse a professora Arlete Carvalho, coordenadora do projeto radiofônico escolar. 

Rádio já se mantém há quatro meses no ar.
Segundo Arlete, a ideia de implantar uma rede interna de rádio na escola começou ainda em 2016, logo após serem adquiridos parte dos equipamentos essenciais para o seu funcionamento através do programa Ensino Médio Inovador. 

“Tivemos que apresentar na Seed (Secretaria de Estado da Educação) um modelo de projeto que envolveria uma rádio escolar como forma de ter o aval direto da entidade e isso acabou nos dando grande motivação quando foi aprovado”, explicou a professora. 

Após a liberação de funcionamento, o próximo passo foi a montagem detalhada da aparelhagem que se seguiu na sala que também servia como grêmio da escola. Com o apoio de um colega de trabalho – professor Evandro Holanda – a esperada rádio conseguiu cumprir sua etapa inicial de funcionamento no último dia 11 de abril, quando entrou em fase de testes experimentais. 

Programação radiofônica segue uma linha escolar
“A princípio ficamos nervosos nos primeiros dias de transmissão, mas depois começamos a manter a calma para hoje está sendo um dos nossos principais meios de uso pedagógico”, conceituou. 

Interatividade 
Através de cinco caixas de som espalhadas por diversos cantos da escola, a programação da denominada “Rádio Augustão” funciona nos intervalos dos três turnos de aula e no horário de almoço daqueles que estudam em tempo integral na escola. 

“Como a escola segue um regimento de tempo integral, tem sido muito útil as programações usadas pela rádio”, reconheceu Arlete. 

Avisos e recados são transmitidos pela rádio
Além de músicas diversificadas, recados de avisos da escola (como chamadas, comunicados de realização de provas, etc) têm sido muito repassadas na programação, mantendo obviamente a linha respeitosa da boa conduta aplicada pela instituição. 

“Tem vezes que aparece estudantes pedindo pra colocarem aquelas músicas do estilo funk, mas infelizmente não são permitidas de serem tocadas na programação. Eles (os estudantes) compreendem como funciona as regras de educação da escola e não fazem qualquer questionamento”, comentou. 

De acordo com Arlete, um dos propósitos futuros é a preparação técnica e operacional de alunos da escola para direcionarem a rádio, que desde o início vem sendo coordenada apenas pelos professores Evandro e Arlete. 

“Já estamos selecionando alguns alunos que passarão por um curso de aprendizagem e técnicas de manuseio e operação radiofônica, para assim desempenharem seus talentos através dessas ondas”, finalizou.

Polícia Militar e lojistas de Santana buscam reduzir registros de crimes no comércio local

Comércio de Santana mais seguro com as rondas
Um programa fruto da parceria entre lojistas e o 4º Batalhão da Polícia Militar de Santana têm reduzido consideravelmente as ocorrências de furtos e roubos no comércio do segundo maior município do Amapá. 

O projeto piloto denominado “Minerva” consiste em ações preventivas, que vão desde rondas diárias até a palestras com os funcionários das lojas da cidade. 

A iniciativa foi da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Santana, que junto com a Polícia Militar, criou o projeto há cinco meses. Atualmente, sessenta (60) lojas fazem parte e em nenhuma delas houve registros de violência. 

Para a presidente da CDL de Santana, Adelaide Feitosa, o projeto foi bem aceito pelos comerciantes. 

Sargento Ângelo Silva, do Batalhão de Santana
“Estamos muito satisfeitos com os resultados do projeto Minerva. Nenhuma das lojas foi alvo de bandidos desde então. Esperamos agora que ele seja expandido para comércios de menor porte nos bairros da cidade”, falou Adelaide. 

Uma das inovações do “Minerva” foi a criação de um aplicativo de celular que funciona como um botão de emergência, que quando acionado faz uma chamada direta ao número do batalhão, indicando quem ligou, além da localização. 

O sargento Ângelo Silva, do 4º Batalhão da PM, reforça que o projeto é uma resposta ao crime organizado. 

“Os criminosos estão se reinventando e nós (policiais) precisamos também acompanhar esse avanço para manter os cidadãos seguros”, explicou o militar.

Informações colhidas do G-1 Amapá

domingo, 27 de agosto de 2017

Policiais do 4º Batalhão de Santana apreendem adolescente por crime de roubo

O fato se deu na tarde deste domingo (27 de Agosto), na Avenida Rio Branco com a Rua Salvador Diniz, no bairro Central de Santana. 

A equipe foi acionada pela Central de Operações do 4° Batalhão para atender uma ocorrência de roubo. 

No local, foram informados por populares que seguiram o suspeito, até então desconhecido pela guarnição, e indicaram o possível local onde este poderia estar. 

Chegando ao local indicado, a equipe obteve êxito localizando o adolescente de 16 anos em uma residência na Avenida Rui Barbosa. Com ele foi encontrada a arma de fogo utilizada no ato infracional, um revolver calibre .22. 

Ao ser abordado, o adolescente em conflito com a lei informou que durante a fuga foi atacado por cães e sofreu lesões ao escalar os muros das residências em seu trajeto.

“Capacitação”: Mais de 2.300 pessoas atendidas na 1ª Feira do Estudante em Santana

Um panorama sobre o mercado de trabalho para quem ainda dá os primeiros passos em alguma profissão ou um empurrãozinho para aqueles que correm atrás de uma oportunidade de ingresso em um estágio na sua área de atuação. 

Assim foi tratado na 1ª Feira do Estudante, realizado neste sábado (26) na quadra da Escola Estadual Augusto Antunes, em Santana. 

Denominada de “Capacitação”, mais de 2.300 pessoas compareceram ao evento, que tinha como uma das principais metas incentivar os jovens da cidade a ingressarem no mercado de trabalho, além de terem oferecido vários serviços gratuitos de cidadania, como emissão de documentos (RG, CTPS) e cadastramento no CadÚnico. 

“O mercado de trabalho tem sido mais exigente a cada tempo e a procura pela legalização de documentos e aprimoramento de informações faz com que o jovem profissional procure se atualizar a todo tempo”, disse Fabiano Oliveira. 

A feira foi idealizada pela Associação de Jovens Evangélicos do Amapá (Ajeap), recebendo força do vereador Dr.º Fabiano e da Prefeitura de Santana. 

Entidades profissionalizantes como o Senac também estiveram presentes no evento, onde apresentaram suas opções de cursos e cadastramento de vagas de estágio.

Abimael Andrade, que coordena o Centro Integrado Empresa-Escola (CIEE) se mostrou satisfeito com a boa procura pela feira, onde acredita que bons frutos serão colhidos desse evento. 

“Com um mercado competitivo, os bons profissionais só tendem a demonstrar mais clareza e favorecimento nesse meio, e com certeza a feira tem muito a oferecer a favor desses bons profissionais”, declarou Abimael.

1950-2017: Como Santana pulou de apenas 34 pessoas para 110 mil habitantes?

Frente de Santana, no final da década de 1940
Os primeiros sinais ligados à expansão populacionais de Santana foram registrados ainda no final da década de 1940, quando a extinta empresa de mineração ICOMI iniciou os estudos topográficos para montagem de seu cais flutuante. 

Em 1949, já havia pouco mais de 150 pessoas que residiam na Ilha de Santana, enquanto que outras chegaram periodicamente na região, trazendo consigo suas famílias, buscando assim melhores condições de sustento. 

Um pouco antes (mais precisamente a partir de 1945), o Serviço de Geografia e Estatística do então Governo Territorial do Amapá iniciou um intensivo levantamento anual sobre o crescimento sócio-populacional deste recém-criado como forma de acompanhar sua evolução demográfica e as consequências geradas pela migração desordenada que assolava a região. 

Em julho de 1950, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o então Território Federal do Amapá já continha quase 40 mil habitantes, ou seja, havendo crescido em mais de 15 vezes acima do esperado desde sua implantação político-territorial em 1944. 

1949: 1º ancoradouro a frente de Santana
Segundo este relatório divulgado pelo IBGE, nota-se que havia 283 habitantes residindo na Ilha de Santana, enquanto que outros 34 habitantes já fixavam moradias numa área em volta do canteiro de obras do futuro Porto de minérios da ICOMI, em Santana, com isso totalizando 317 habitantes espalhados em essas duas áreas. 

Porém, esse índice populacional foi periodicamente se ampliando em virtude da instalação do Projeto ICOMI ainda em meados da década de 1950, dando origem a núcleos suburbanos que se espalhavam por áreas de terras entre o portão de entrada da ICOMI e a vila portuária do Igarapé da Fortaleza. 

No início de 1956, a Prefeitura de Macapá constatou a existência de pelo menos três núcleos populacionais espalhados nas imediações do Porto de embarque de minérios da ICOMI, que eram: a Vila Papelão ou Duplex (onde hoje está situada a área portuária e o inacabado Terminal Hidroviário de Santana); a Vila da Olaria (onde hoje fica o Quartel do Corpo de Bombeiros de Santana); e o alojamento interino de operários da ICOMI (que foi temporariamente montado numa ara onde hoje fica o prédio do Superfácil). Esses vilarejos povoavam cerca de 850 pessoas, entre crianças e adultos. 

1954: Avenida Santana ainda sem asfalto
A partir de meados de 1958, a empresa ICOMI passou a se preocupar com a questão do possível crescimento desordenado que ocorreria nas imediações das áreas em que atuava seu projeto de exploração de minério.

Sob tal situação, passou a realizar um levantamento anual dos habitantes que residiam nas adjacências de suas instalações industriais e moradias. 

Esse levantamento constava de três (03) técnicos contratados pela mineradora que percorriam os pequenos núcleos urbanos (também denominadas de vilas urbanas) que se formavam entre o cais de embarque de minérios da ICOMI, seguindo até a área onde estava sendo construída a luxuosa Vila Operaria, posteriormente denominada de Vila Amazonas. 

Vale informar que essas informações levantadas pela ICOMI eram também repassadas ao Poder Público Municipal da capital amapaense como forma de conhecer a situação socioeconômica e sua infraestrutura, podendo assim buscarem maneiras de aplicarem uma política mais coerente para os habitantes que residiam nesses núcleos considerados suburbanos. 

Em março de 1961, no povoado santanense já havia cinco vilas espalhadas entre as instalações portuárias da ICOMI e o canteiro de obras da futura Vila Amazonas. As vilas eram: São Francisco (contendo 34 casas), Vila Maia (com 85 casas), Vila Toco (com 35 casas), Vila Olaria (com 76 famílias) e Ilha de Santana (com 83 famílias). 

1970: Vista aérea da cidade de Santana
Segundo registros, no ano seguinte (1962), havia pouco mais de 6 mil habitantes espalhados em 11 vilas existentes nas imediações do Canal Norte do Rio Amazonas e a mineradora ICOMI, incluindo a vila operária da ICOMI (Vila Amazonas) que estava em fase de final de construção (apesar de ali haver famílias de funcionários da mineradores residindo desde 1956, quando ainda estavam construindo os primeiros alojamentos primários daquele conjunto residencial privado. As vilas suburbanas que agora formavam Santana eram: Vila Maia, Vila Floresta, Vila Matadouro, Vila Toco, Vila Confusão, Vila Galdino, Vila da Cerca, Vila Muriçoca e Vila do Bueiro. 

No início da década de 1970, algumas dessas vilas suburbanas que se espalhavam nas proximidades das instalações da ICOMI foram se unificando com outros vilarejos, formando assim pequenos bairros conhecidos de Santana, como área Comercial, bairro da Floresta, bairro Novo, bairro dos Remédios e outros que conhecemos. Tanto que a unificação desses vilarejos já totalizava, em novembro de 1970, mais de 12 mil habitantes dentro do núcleo mais populoso que existia, a famosa Vila Maia. 

Contestações do crescimento populacional pós-município 
Com a emancipação política de Santana, a partir de 1987, o novo município amapaense não deixaria de ser como outras cidades recém-criadas, pois, também sofreria com o fluxo migratório de famílias oriundas de Estados brasileiros como Pará e Maranhão. 

1986: Santana já passava de 35 mil habitantes
No entanto, inicialmente, essa migração não foi tão preocupante para o Poder Público competente, pois, a estrutura político-administrativa da nova cidade ainda não oferecia inúmeras condições urbanas para o possível impacto do crescimento populacional da região. 

Porém, com a criação a Área de Livre Comércio de Macapá e Santana (ALCMS), em maio de 1992, e sua implantação no ano seguinte (1993), houve um imediato impulso no crescimento populacional nas duas maiores cidades do Estado do Amapá, sendo que em menos de dois anos esse número subiu em mais de 25%, ultrapassando em 60 habitantes, e consecutivamente aumentando (desordenadamente) entre 20% a 30% anual. 

Em março de 1993, o então prefeito de Santana Geovani Borges recebeu do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o resultado do Censo populacional, que alegava o apontamento de 51 habitantes em todo perímetro urbano e rural do município. Porém, Geovani Borges detectou diversas falhas no Censo e solicitou que o órgão efetuasse uma recontagem, pois, considerava inconfiável os números indicados pelo IBGE para formalizar no processo censitário de 1991. 

Ainda, de acordo com a Prefeitura de Santana, muitas famílias alegaram não terem sido censeadas (cotadas no Censo) pelo IBGE, mesmo residindo em Santana há mais de uma década. Sendo assim, técnicos contratados da Prefeitura de Santana ainda efetuaram um levantamento parcial da população de Santana, que em menos de 30 dias de coletas de informações, apontaria mais de 65 mil pessoas em Santana. Parte desse levantamento realizado pela Prefeitura de Santana consistiu em um recadastramento de imóveis, distribuídos em três grupos de pesquisas. 

Em resposta à ação da Prefeitura de Santana, o IBGE apresentou judicialmente diversos documentos que comprovavam os tramites das pesquisas de censo, na qual demonstrava que muitas famílias migravam temporariamente de lugares e retornavam após certo período de afastamento. O resultado favoreceu o IBGE, que manteve oficialmente o resultado de sua contagem, calculada em 51.451 habitantes para o Censo Nacional de 1991. 

Geovani não concordou com o Censo de 1993
Outros Dados 
Até agosto de 2000, Santana já havia 80.169 habitantes, sendo que 40.222 eram homens e 39.947 eram mulheres. Desse número, 75.849 habitantes residiam na área urbana e o restante na área rural. Em menos de quatro anos, índice subiu em quase 15%, chegando a população santanense em 91.310 habitantes. 

Em 05 de outubro de 2007, a Gerência Regional do IBGE no Amapá divulgou o Censo 2007, onde previa que a população de Santana chegasse a 101.864 habitantes, mas os novos dados apontariam a existência de 87.829 habitantes. 

Ou seja, um crescimento de 13,77% abaixo do esperado pelo IBGE. Houve uma revisão nos dados, mas o censo se manteve em 91.615 habitantes. O IBGE ainda realizou uma inspeção em todos seus dados armazenados em computadores (notebook) e PD’s realizados nas pesquisas como forma de detectar alguma falha no censo, mas não constatou qualquer indicador errado. 

O censo mais recente efetuado pelo IBGE indica que Santana tem 113.854 habitantes, um crescimento de mais de 10% quando comparado com os índices divulgados no último Censo oficial (em 2010), quando esse índice era de 101.262 habitantes.

“Adesivaço”: Grupo de amigos fazem protesto criativo sobre buraqueira nas ruas e avenidas de Santana

Bastou através de uma simples brincadeira entre um grupo de amigos para que, há cerca de um mês atrás, logo surgisse um movimento denominado “SOS Santana”, que protestaria publicamente sobre as condições intrafegáveis das dezenas de ruas e avenidas da segunda maior cidade do Amapá. 

A ideia do movimento tomou força em pouco tempo e outras pessoas começaram a ingressar, dando início às ações que buscam, segundo seus coordenadores, amenizar a situação existente da cidade. 

“Começamos isso como uma brincadeira bem humorada e hoje levamos pro lado mais taxativo, sabemos que Santana é pequena mas tem uma arrecadação estável que teria como ao menos aliviar essa dor de cabeça de andarmos nessas ruas intrafegáveis”, disse Patrick Bandeira, um dos coordenadores do movimento. 

Com isso, a ação do movimento decidiu levar para as ruas os protestos, porém, adesivando os veículos com frases que descrevem a indignação popular com a intrafegabilidade das vias. 

O mais recente protesto ocorreu na tarde deste sábado (26/08) no cruzamento da Rua Ubaldo Figueira com a Avenida Coelho Neto, no bairro Central da cidade. 

Foram inúmeros veículos adesivados, entre carros e motocicletas, todos apoiando a mesma causa: a melhoria das ruas. 

“Na primeira vez foram adesivados cerca de 100 carros, e hoje já passamos de 200. Isso é apenas o começo de um longo trabalho que queremos mostrar para que o poder público tome logo providencias emcima da triste situação que vive nosso município”, lamentou Patrick. 

Os adesivos traziam a frase “Velocidade controlada por buracos”, em alusão à dificuldade de tráfego nas ruas e avenidas da região. 

Adesão
Para os condutores que trafegam diariamente pelas ruas da Santana, o modo criativo de protestar tem sido bem aceito por aqueles que mais utilizam as vias. 

“Você não precisa andar muito longe de carro pra perceber as péssimas condições que estão as ruas da cidade, somente no mês passado foi preciso levar meu carro duas vezes ao mecânico por está fazendo barulhos no escapamento e no motor”, contou o autônomo Kleiton Gonçalves, que presta serviços de frete. 

Outro que também aderiu à causa popular foi o mototaxista Flávio Rodrigues, que já chegou ao ponto de trocar um dos pneus de seu veículo de trabalho devido às condições das vias. 

“Imagine você ficar com um prejuízo de quase R$ 500 trocando raio de moto e pneu devido às condições que vemos em nossas ruas. Isso deixa qualquer um revoltado”, reclamou o mototaxista. 

O movimento pretende fazer novos atos de “adesivaços” na cidade, e convida aqueles que desejarem ingressar no apoio, que entrem em contato pelos telefones 99196-0760 (Jefferson) ou pelo Whatsapp 99172-1313 (Patrick).

sábado, 26 de agosto de 2017

Mais de 40 mil pessoas ficarão sem energia neste domingo em Santana

A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) programou para este domingo (27/08), o desligamento parcial do Sistema Elétrico de Santana. 

De acordo com a estatal, a necessidade da interrupção elétrica visa promover a retirada de vegetação (podagens em árvores) que estariam interferindo na qualidade do fornecimento de energia em pelo menos 10 bairros da cidade. 

Para isso, haverá o desligamento de dois Alimentadores Elétricos (ICOMI e Fortaleza) que distribuem energia para mais de 7 mil consumidores cadastrados na companhia. Estima-se que mais de 40 mil pessoas deverão ficar sem energia elétrica das 06:35h às 13:15h. 

Os bairros que serão afetados pela interrupção de energia são: Central, Remédios I e II, Igarapé da Fortaleza, Área Comercial, Vila Amazonas e distrito da Ilha de Santana.

Programação 

27/08/2017 (domingo) 
Locais: Alimentador Fortaleza (Bairros: Central, Remédios I e Igarapé da Fortaleza)
Alimentador ICOMI (Bairros: Área Comercial Santana, Vila Amazonas e Ilha de Santana )
Horário: 06:35 às 13:15 
Motivo: Retirada de vegetação da rede elétrica.

Amapaense derrota russo nos ringues da Ásia

O amapaense Oberdan Vieira Tenório – conhecido nos meios de lutas marciais pelo singular e respeitado nome de Oberdan Pezão – começou a escrever seu nome na história dos ringues internacionais. 

O feito registrado aconteceu na manhã deste sábado (26/08) no Tajiquistão (região da Ásia Central) onde o lutador de MMA de 30 anos esteve participando da 68ª edição do Absolut Championship Berkut (ACB). 

Na ocasião, Pezão – que é natural da cidade de Santana (AP) – encarou o russo Magmed Sukumov, sendo este seu 1º desafio internacional, na qual teve o resultado bem esperado por seu público brasileiro: eliminou o adversário nos pontos. 

Pezão chegou a conceder uma entrevista ao blog dias antes de embarcar para essa luta que seria um ponto importante em sua vida profissional.

“Seria procurei manter um controle emocional e mental diante dos meus desafios e nada depende apenas de mim, mas da vontade de Deus”, declarou o lutador, que treina periodicamente na Academia Ronildo Nobre, em Santana, há mais de seis anos.

Por enquanto, Pezão ainda não confirmou a data de seu retorno para o Brasil, mas pelas redes sociais, o lutador foi bastante elogiado e parabenizado pela luta que participou, demonstrando o carinho e a admiração que centenas de pessoas possuem pelo lutador.

Prédio histórico de Santana será transformado em Escola Inovadora

Prédio foi construído na década de 1950
O antigo e histórico prédio que já serviu de sede administrativa da Prefeitura de Santana, localizado no início da Avenida Santana, na área portuária da cidade, após quase uma década de abandono e inutilidade, será restaurado nos próximos meses pelo Poder Público. 

O imóvel será transformado em uma entidade de ensino municipal denominada de Escola Inovadora que, segundo a Prefeitura, visa à formação integral do educando, fazendo com que os conteúdos programáticos, que fazem parte da Base Nacional Comum Curricular, sejam aprendidos como consequência do seu processo de preparação para viver em sociedade, como cidadão autônomo e protagonista da sua própria história. 

Prefeito Ofirney e deputada federal Marcivânia
De acordo com o prefeito Ofirney Sadala, o projeto Escola Inovadora consistirá na construção de um complexo escolar sem muro, com paredes móveis, estrutura de circo e outras particularidades, inspirada no modelo da Escola da Ponte, uma instituição pública de Portugal, fundada em 1976, onde a criança permanece em tempo integral, recebendo formação completa e desenvolvimento seus aspectos humanos. 

“A educação tem sempre que buscar um caminho que não apenas se torne de fácil acesso para quem precisa, mas também apresente um modo bem claro e mais atualizado de suas metodologias”, disse Ofirney sobre o projeto. 

Recursos 
Segundo o prefeito de Santana serão investidos na construção da Escola Inovadora cerca de R$ 3 milhões e as obras devem iniciar ainda esse ano, com previsão de abertura ao público para o final de 2018. 

Para garantir esses valores para sua construção, Ofirney levou o projeto ao conhecimento de membros da Bancada federal do Amapá, com a deputada federal Marcivânia Flexa que viabilizou R$ 1,7 milhão para a sua execução, além de outros R$ 1,2 milhão por parte do senador João Capiberibe (PSB/AP), na qual ambos os valores estarão acessados para o município de Santana a partir do ano que vem. 

O restante do valor – R$ 300 mil – serão de contrapartida do Governo do Estado, que já confirmou sua participação na obra, que estará destinada a atender principalmente o público residente na comunidade do Ambrósio e adjacentes. 

História do Prédio 
Considerada uma das estruturas prediais mais antigas da cidade, foi erguido no início da década de 1950 quando a empresa ICOMI (Indústria e Comércio de Minérios Ltda) buscava se instalar na região com o intuito de explorar e exportar o minério de manganês existente na Serra do Navio. 

Inicialmente, o prédio fio construído pelo Governo do Amapá e depois cedido para a mineradora utilizar como depósito de materiais, mas no final da década de 1960, o prédio foi devolvido ao Poder Público. 

Com a transformação de Santana em município do Amapá em 1987, foi cedido em termo de comodato para a nova gestão municipal recém-instalada, servindo como sede administrativa da cidade até 2010, quando foi transferido para um prédio mais amplo e adequado, que atualmente funciona no bairro Paraíso.

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