segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Mais de 1.000 competidores deverão participar da 4ª Corrida “Paz no Trânsito” em Santana

A Competição que busca alertar sobre a paz e a segurança no trânsito santanense, levará cerca de 1.000 atletas para as ruas de Santana. Inscrições já estão abertas. 

A corrida Paz no Trânsito é a única maratona oficial no município de Santana, anualmente realizada pela Superintendência de Transportes e Trânsito de Santana (STTrans), e conta com a presença de centenas de participantes, vindo de vários bairros de Santana e até da capital. As inscrições iniciariam em julho passado, se prolongando até o próximo dia 18 de setembro. 

A prova ocorrerá no dia 25 de setembro (domingo), a partir das 6hs da manhã. O trajeto acontecerá em vias (ruas e avenidas) do município de Santana – traçados cuidadosamente pelos agentes do STTrans – com o percurso de ida e volta de 6,8 km e terá largada da Praça Cívica de Santana. 

A corrida faz parte da programação da Semana Nacional do Trânsito, contando ainda com a parceria de diversos órgãos governamentais e empresas privadas, em prol da paz no trânsito. 

Foram disponibilizadas 1.000 vagas para a corrida, e as inscrições vão até o preenchimento das mesmas, nas categorias: Masculina, Feminina, Cadeirante, Deficiente Visual e atletas santanenses. Para participar o corredor pagará uma taxa de R$ 50,00, sendo 5% de valor será destinado a instituição de caridade e os para-atletas ficam isentos de pagar a referida taxa. 

Além da premiação em dinheiro, serão premiados 64 atletas com troféus sendo que 28 desses troféus estão distribuídos em categorias (Geral, Santanense e Especiais) e os outros 36 paras as várias faixas etárias. 

Site de inscrição
Com a garantia de pagamento da inscrição, haverá kit hidratação, medalha personalizada para todos os participantes, e distribuição de água em todo o percurso da corrida, com direito a show com música ao vivo no final da maratona. 

As inscrições podem ser feitas pessoalmente no prédio da STTrans, localizada na Avenida Santana, 3525, bairro Paraíso, sendo também pelo site (http://www.chiptiming.com.br/eventos/corridadotransito), ou em um posto itinerante do STTrans, montado em frente à Sanprev, também localizada na Avenida Santana (bairro Central),.

TJAP discute melhorias em seu programa de “Práticas e Círculos Restaurativos”

Representantes do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos da Justiça do Amapá e do programa de Práticas Restaurativas do Ministério Público Estadual e do Judiciário estiveram reunidos para renovar as relações de cooperação, e com isso avançar no aprimoramento das equipes que atuam com práticas de justiça restaurativa em Santana. 

Na pauta da reunião foram discutidos tópicos como as ações que foram desenvolvidas em 2015 e no primeiro semestre de 2016, instalação de Círculos Restaurativos no município de Santana; a capacitação de servidores e a cooperação técnica entre o Ministério Público (MP) e o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) para custear despesas com novos cursos. 

“São várias as atividades de práticas restaurativas que o Ministério Público e o Judiciário Amapaense vem desenvolvendo desde o ano de 2014, a exemplo do programa Escola Restaurativa: Promovendo uma Cultura de Paz, que objetiva pacificar as relações no ambiente educacional, criando um espaço de diálogo e de entendimento entre alunos, professores, funcionários e familiares”, disse a Promotora de Justiça Silvia Canela. 

A presidente do TJAP, Desembargadora Sueli Pini, lembrou que “a continuidade das capacitações é mesmo necessária e imprescindível uma vez que a Comarca de Santana contará em breve com uma moderna e bem estruturada Central de Conciliação e de Práticas Restaurativas, urgindo que tenhamos pessoas capacitadas para bem desempenhar as muitas técnicas de pacificação”.

domingo, 28 de agosto de 2016

O “Irmão” que viu a Amcel como ninguém mais “viu”

Antes, o embarque de toras ficava no Porto do Céu
Foi durante uma prestação de serviço – em meados da década de 1980 – que um motorista de caçamba chamado Luiz Emanuel Nascimento da Silva estava fazendo para a empresa Amcel, quando receberia um convite inusitado de um funcionário daquele Grupo: estavam contratando novos profissionais para atuarem no transporte de máquinas pesadas e de cargas de grande e médio porte. 

“Nesse tempo, a mão-de-obra dessa área era muito escassa no Amapá e até precisavam buscar fora daqui”, conta Luiz Emanuel. 

Recém-chegado no então Território Federal do Amapá, trazendo a família, e tendo em mente as promessas de dias melhoras, o paraense Luiz Emanuel também deteve daquela mesma sensação de incerteza quando chegou à Macapá, achando que não alcançaria bons propósitos numa terra que nunca havia pisado. 

Luiz ao lado das novas carretas da Amcel, em 1991
“Uma cidade (se referindo a Macapá) tão pacata, bem diferente daquele movimento barulhento de Belém (PA), e isso me deixou pensativo de achar que aqui não iria prosperar”, previa Luiz, de maneira negativa. 

Porém, o destino lhe traçou caminhos inesquecíveis, quando começou a trabalhar como motorista de uma caçamba particular que prestava serviços para a empresa Amcel, carregando diversos tipos de materiais de construção. 

“Como a Amcel tinha um escritório em Santana, precisavam constantemente de materiais (como areia, seixo, piçarra) para usarem na base de fundação dos prédios administrativos, tanto dela como de outras empresas que ficavam na mesma área, como a ICOMI e a Codepa”, disse. 

E foi pelo ocasião de uma dessas entregas de materiais, que Luiz seria convidado a trabalhar na Amcel, naquele mês de dezembro de 1985. 

“No mesmo dia entreguei a caçamba pro dono e me apresentei no escritório da Amcel (em Santana) no dia seguinte.” 

Segundo Luiz, na época, os exames admissionais eram feitos na Brumasa e na Vila Amazonas, onde logo depois o contratado seguia para o local onde estaria lotado para trabalhar. 

Embarque inaugural: O "Irmão" aguardando na fila
“Assistíamos a um vídeo que contava todo o trabalho desenvolvido pelo Grupo CAEMI no Brasil e ao redor do mundo, que apresentava 29 empresas (no Brasil) e filiais espalhadas pelo restante do planeta”, pontuou. 

Inicialmente, ingressou como motorista convencional, acompanhando o projeto de plantio de pinus, desenvolvido no km-78 da BR-156, ondes testemunhou a retirada dos primeiros pinus de eucaliptos que haviam sido plantados ainda na década de 1970. 

Em 1988, ocorre um incidente em uma das caldeiras da Jari Celulose (principal compradora dos pinus da Amcel), forçando a empresa amapaense a dispensar temporariamente seus funcionários, enquanto a Jarí providenciava a manutenção corretiva de suas máquinas. Com menos de dois meses, Luiz é novamente admitido à empresa. 

O “Irmão” da Amcel
Por curiosidade, antigamente, era costume nas empresas (e até mesmo em boa parte da sociedade amapaense) identificarem uma pessoa através de algum apelido, que geralmente surgia através de fatos notórios ou engraçados. 

Até 1991, as toras eram embarcadas pelo Rio Matapí
Com Luiz Emanuel não seria diferente, que acabou recebendo o apelido de “Irmão”, em referência à sua denominação religiosa (evangélica). No entanto, o apelido não ficaria apenas ligado ao seu conceito religioso, mas também aos seus atos de companheirismo e fraternidade com que eram voltados ao mais próximo. 

“Cresci sem subir nas costas dos outros e ainda ajudei muitos a subirem na vida”, se orgulha de dizer. 

Momentos Marcantes
Por mais de duas décadas, o conhecido “Irmão” viu e viveu histórias de luta e determinação, além de acumular testemunhos de fatos históricos que a Amcel foi protagonista. 

Luiz, em área desmatada da Amcel
Em 1987, acompanhou a retirada dos primeiros pinus de eucaliptos que foram plantados no início do Projeto (ainda na década de 1970). 

Em outubro de 1991, assistiu a chegada das primeiras carretas modelo Volvo que seriam exclusivamente utilizadas no transporte de toras de pinus, através de embarque de balsas que ficavam ancoradas em um estaleiro existente no distrito do Porto do Céu. 

“Foram 29 carretas compradas pela Caemi, direto da fabricante (que ficava em Mogi das Cruzes-SP) e ainda cheiravam a tinta”, conta o motorista que logo se tornou um dos carreteiros que transportaria centenas de toneladas de toras de pinus, no trecho Porto Grande-Santana. 

Também foi de sua primordial participação no embarque inaugural de cavacos de pinus em 1993, quando esteve dirigindo uma das carretas da Amcel que transportava pinus de eucalipto para a fábrica de cavacos (recém-inaugurada em Santana). 

“Aquilo era um orgulho ver o nosso material seguir daqui (do Amapá) para o mundo”, referenciou. 

Entre as boas lembranças, também estavam as tristes recordações que foram a venda da Amcel (em 1996) para a Champion, e a segunda transação comercial de 2000, quando transferiram seu comando para a International Paper (IP). 

“Ainda na primeira venda (para a Champion) todos foram pego de surpresa com o anúncio através da imprensa, onde alguns pais de família foram dispensados e não voltaram mais. Já na segunda venda (para a IP) houve um pouco menos de demissão de trabalhadores, já que a empresa trabalhava apenas com terceirizados”, ressaltou Luiz. 

Em 2007, o “Irmão” foi se afastando da história de produção e exportação da Amcel, ficando apenas as inúmeras histórias vivenciadas ao longo de quase 22 anos em que acompanhou a vontade daqueles trabalhadores rurais que plantavam, colhiam e exportavam a nossa matéria-prima. 

“A capacidade de continuar crescendo no mercado vai da vontade comercial que a Amcel tem a oferecer aos seus compradores, por que matéria-prima ela tem, e uma boa produção que dá inveja a outras empresas”, detalhou Luiz Emanuel, hoje aos 65 anos, residente em Macapá, com a família.

Após assalto em comércio, PM prende quadrilha

Haviam menores envolvidos no assalto ao comércio
A Polícia Militar através do 4° BPM efetuou a prisão de infratores e apreensão de menores infratores, pelo crime de roubo e ato infracional análogo a roubo. 

Na tarde deste sábado (27/08), equipes das viaturas 0426 e 1316, após receberem informação da central de operações do 4° BPM, de que teria ocorrido um roubo a um estabelecimento comercial (pague menos) localizado na rua Deodoro da Fonseca, bairro paraíso, em Santana, onde três pessoas (uma delas portando uma arma de fogo) adentraram o comércio e anunciaram o roubo, rendendo a caixa do mesmo, a menor de idade M. S. A, 17 anos e mais dois funcionários. 

Populares informaram também que nas proximidades do estabelecimento havia um veículo de marca Fiat Siena Branco e que as pessoas que saíram do comércio, adentraram nesse veículo e tomaram destino ignorado. Então as equipes das viaturas, 0416 e 1316, efetuaram uma barreira em frente a UPC do Igarapé da Fortaleza e nesse momento um veículo com as mesmas características repassadas foi avistado. 

Material apreendido com os envolvidos
Houve acompanhamento tático e o veículo marca Fiat Siena de cor branco, foi interceptado pela viatura 0416 da CPTRAN-TUR, na Travessa Anauerapucu, ainda no bairro Igarapé da Fortaleza. Foi então realizada a abordagem, busca pessoal e busca veicular, onde foram encontrados os bens roubados, a quantia de R$ 981,00 (novecentos e oitenta e um reais) também proveniente do roubo e uma arma de fogo tipo revolver calibre .38 com seis munições de mesmo calibre, sendo que cinco delas estavam intactas e uma deflagrada. 

Foram presos os nacionais: Adilson Martins Rodrigues Junior, 25 anos e Railan Castro Gama, 27 anos, e apreendidos os menores: D. A. S, 17 anos, A. C. F. O, 16 anos e a menor S. R. S, 16 anos. 

Diante dos fatos e após reconhecimento da vítima, os infratores e os menores infratores, receberam voz de prisão e foram encaminhados até a 1 delegacia do município de Santana, para as medidas legais cabíveis. 

Fonte DRPI - 4 BPM

sábado, 27 de agosto de 2016

Juizados realizam Debate Público marcando os 10 anos da Lei Maria da Penha

Juíza Michelle Farias, da Comarca de Santana
A Justiça do Amapá, por meio dos Juizados de Violência Doméstica contra a Mulher das Comarcas de Macapá e Santana, realizou o simpósio com o tema: “10 anos da Lei Maria da penha: o que mudou?”, e o lançamento da Cartilha sobre orientação ao enfrentamento à violência contra a mulher. 

O Simpósio reuniu magistrados, servidores e representantes da Delegacia de Crimes Contra a Mulher, Comissão da Mulher Advogada da OAB/AP, Promotoria de Justiça da Violência Doméstica, Secretarias Municipal, Estadual e Nacional de Políticas Públicas para Mulheres e demais órgãos da rede de proteção à mulher. 

A Presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, Desembargadora Sueli Pini, ressaltou a importância do simpósio. 

Parabenizo a iniciativa dos Juizados em discutir os lados positivos da Lei 11.34/06 e o que pode ser melhorado na sua aplicação para responsabilizar os criminosos e melhor amparar as vítimas, além de vermos o que precisa ser repensado nas nossas práticas judiciais do dia a dia”. 

A Secretária Nacional de Políticas Públicas para as Mulheres da Presidência da República, ministra Fátima Pelaes, destacou que mesmo com a vigência da Lei há dez anos, ainda é inadmissível quem em pleno século XXI ocorra esse tipo de violência. 

“Atitudes como essa do TJAP, e também ações de outras instituições, significa uma união para fortalecer a rede de enfrentamento à violência contra a mulher. Temos que desconstruir essa cultura da superioridade masculina e reprodução de machismo. Isso está errado. Cabe a nós refletir o que podemos fazer para diminuir esses índices dos vários níveis de violência ao gênero feminino”. 

A deputada estadual Cristina Almeida participou do simpósio onde ministrou palestra sobre “A importância do desenvolvimento de Políticas Públicas no enfrentamento à violência contra as mulheres”. 

Presidente do TJAP, Desembargadora Sueli Pini
A juíza Michelle Farias, titular do Juizado de Violência Doméstica da Comarca de Santana, disse que o objetivo do simpósio foi o de avaliar os avanços obtidos e os percalços, e, ainda, fazer a sociedade refletir. 

“No meu dia a dia eu lido com processos de muita violência dentro dos lares. Enfatizo que é preciso inicialmente desmistificar a ideia nas relações do poder que um tem pelo outro, de obedecer, de alguém se sentir dono de outrem. Falar sobre a luta contra a violência doméstica é justamente isso: substituir a ideia de posse por cooperação, solidariedade e ajuda”. 

O juiz Augusto César Gomes Leite, titular do Juizado de Violência Doméstica da Comarca de Macapá, destacou a união das instituições que não medem esforços para discutir e propor atitudes que buscam justiça, igualdade e fortalecimento para as mulheres. 

“Foi uma manhã em que explanamos sobre a história e avanços que marcaram uma década de vigência da Lei Maria da Penha, e a importância de movimentos sociais para as conquistas de direito das mulheres ao longo dos anos na sociedade contemporânea”, finalizou o magistrado.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Sob domínio japonês, Amcel acompanha a tecnologia em prol de suas atividades

Grupo japonês assume Amcel
Em 26 de dezembro de 2006, a International Paper do Brasil (IP) firmou um contrato de venda, colocando a empresa Amapá Florestal e Celulose S.A. (Amcel), subsidiária exportadora de cavacos de madeira e biomassa localizada no município de Santana (AP), às empresas japonesas Marubeni Corporation e à Nippon Papers Industries Co. Ltda. 

Os negócios da Amcel englobavam, até então, aproximadamente, 67 mil hectares de florestas plantadas de pinus e de eucalipto nos municípios amapaenses de Santana, Tartarugalzinho, Porto Grande, Ferreira Gomes, Macapá e Itaubal do Piririm, além da produção de cavacos e biomassa. 

A empresa contribuía de maneira consistente com a IP, com altos índices de produtividade. Seus profissionais, seus produtos de qualidade e uma extraordinária relação comercial com os clientes eram considerados de características destacáveis. 

“O sucesso das operações da Amcel não seria possível sem a colaboração dos seus profissionais, que são extremamente competentes, talentosos e comprometidos com as estratégias de negócios da IP no Brasil. Este é o maior dos patrimônios que os novos controladores herdarão: o valor e profissionalismo do quadro de colaboradores da Amcel”, afirmou Maximo Pacheco, na época, presidente Executivo da IP Brasil. 

Sede americana da Nippon, atual dona da Amcel
Empregando cerca de 1.000 profissionais (entre efetivos e prestadores de serviços) especializados no segmento, a Amcel sempre esteve se comprometendo com a saúde, segurança e qualidade de vida de seus colaboradores, chegando até mesmo a desenvolver trabalhos sociais para com as comunidades dos municípios onde empenhava atividades. 

Desde 2003, investia mais de R$ 1,4 milhão em ações sociais em Santana e também nos municípios de Tartarugalzinho, Porto Grande e Ferreira Gomes, que resultaram numa efetiva melhora na qualidade de vida das populações. 

Com sua venda, a Amcel passa a ser vista de outra forma pelas novas concessoras asiáticas, que notam não apenas sua plataforma logística de trabalho, como também sua boa localização geográfica, focando nisso para os mercados norte-americanos e europeus, que também desenvolvem negócios comerciais na área de papéis para imprimir, escrever e em embalagens. 

Modernização Industrial
Em 1º de fevereiro de 2013, é inaugurada a nova fábrica da Amcel, com capacidade de processar 180 ton/hora de toras de eucalipto em cavacos, com total segurança em suas operações. Além da alta qualidade do produto, passaria a ter a mais moderna tecnologia de corte e peneiramento, atendendo os mais exigentes mercados. Somente nesse primeiro ano de novas operações (2013), a nova fábrica produziria aproximadamente 436 mil toneladas de cavacos, embarcados em 16 navios. 

Torre contra incêndio da Amcel. Foto de 1978
Em 1º de abril de 2013, o controle acionário da Amcel passa para o domínio das nipônicas Nippon Paper Industries (esta já operava a empresa Amcel desde 29 de março corrente) e também pela NYK-Nippon Yusen Kaisha, onde ambas tem uma produção anual de cavacos de cerca de 900 mil toneladas, que são processados e exportados para Portugal, Espanha, Itália, Turquia, Finlândia e Japão. 

Desde a sua instalação (na década de 1970), a Amcel investiria cerca de R$ 240 milhões em infraestrutura florestal, tais como: viveiro de produção de mudas, plantio, manutenção de florestas, máquinas e equipamentos destinados ao desenvolvimento florestal sustentável nas áreas antropizadas de cerrado e campo no Estado. 

Nova fábrica de cavacos da Amcel, em Santana
Atualmente com uma área de 60 mil hectares de floresta de eucalipto já plantada, a Amcel investiu pouco mais de R$ 50 milhões entre 2014-15 na plantação de quase 11 mil hectares florestais, concretizando assim parte de seus planos de 130 mil hectares de florestas plantadas, se tornando uma das empresas líderes do setor florestal do Norte do Brasil. 

Nesta trajetória de quatro décadas de existência, a empresa veio superando dificuldades e as condições adversas de clima e solo, testando cerca de 3.000 clones diferentes, na busca de um clone ideal para produção de fibras que atendam as necessidades de mercado. O desenvolvimento de pessoas e de tecnologias florestais, bem como a qualidade nas operações são desafios constantes no dia a dia da empresa. 

Com estimativa de vendas anual de quase R$ 90 milhões, emprega aproximadamente 400 funcionários diretos e outros 1.200 indiretos, se destacando como propulsora do desenvolvimento florestal e industrial do Estado do Amapá, com bases florestais em pelo menos sete municípios. 

Suas operações de pesquisa e o manejo sustentável das florestas de eucalipto são certificadas pela norma internacional ISO 14.001 e FSC-Forest Stewardship Council, que confirmam nosso compromisso com práticas sustentáveis, conciliando os interesses ecológicos, sociais e econômicos.

Simpósio debate os 10 anos da Lei Maria da Penha

Juiz Augusto César, coordenador do evento
Os Juizados de Violência Doméstica contra a Mulher das Comarcas de Macapá e Santana realizam nesta sexta (26/08) Simpósio que abordará o tema “10 anos da Lei Maria da Penha: o que mudou?” e, ainda, o lançamento da cartilha sobre orientação ao enfrentamento à Violência Contra a Mulher. 

O evento ocorre no Plenário do Tribunal do Júri no anexo do Fórum de Macapá às 8 horas. O juiz Augusto César Gomes Leite explica que nos novos tempos, conduzidos por movimentos sociais e políticos e com a importante necessidade de garantir direitos, foi sancionada a Lei 11.340 com a finalidade de combater, erradicar e punir a violência contra a mulher em todos os segmentos da sociedade. 

“Nos últimos 10 anos tem havido um intenso combate a esta repugnante e danosa prática de violência contra a mulher, e diante dos relevantes resultados positivos, tornando consciente o efetivo funcionamento da rede de proteção, é preciso debater no que ainda precisamos aperfeiçoar”. 

Durante o evento serão explanadas principalmente as mudanças que resultaram durante esses dez anos de vigência da Lei Maria da Penha. Será um momento de tirar as dúvidas, apontar locais e situações de ocorrência da violência doméstica, a quem se aplica a Lei e o que caracteriza esse tipo de crime.