A literatura produzida no Amapá será destaque em escolas públicas dos municípios de Macapá, Santana e Mazagão, nos dias 23, 27, 30 de março e 6 de abril, com a realização do projeto Sarau Terra Caída e Oficina Poesia Porã, iniciativa que promove encontros culturais voltados à valorização da produção literária local.
A programação conta com poesia, música e atividades formativas voltadas aos estudantes.
Ao todo, o projeto prevê a realização de quatro saraus literários e quatro oficinas de poesia, além da doação de kits contendo cerca de 20 livros de autores amapaenses para cada escola participante.
A proposta é estimular o contato dos alunos com a literatura regional e fortalecer o reconhecimento dos escritores do estado.
Cada sarau deve reunir, em média, 200 estudantes, com público total estimado em cerca de 800 pessoas ao longo da programação.
Segundo o coordenador do projeto, o escritor Tiago Quingosta, a iniciativa busca aproximar a produção literária local do ambiente escolar e incentivar o interesse dos jovens pela leitura.
“O Sarau Terra Caída é uma forma de levar a literatura brasileira produzida no Amapá diretamente para os estudantes. Queremos despertar o interesse pela leitura, valorizar nossos autores e mostrar que a poesia também é uma ferramenta de expressão, identidade e pertencimento”, destaca o coordenador.
CRONOGRAMA
Datas: 23, 27, 30 de março e 6 de abril
– Início da programação: 13h – Encerramento: 16h30
- 23 de março – Mazagão
Local: Escola Estadual Professora Antônia Silva Santos, Tv. Nossa Sra. da Assunção, 421 - Mazagão/AP.
- 27 de março - Santana
Local: Escola Estadual Professor Rodoval Borges da Silva, Tv. L8 Da Fonte Nova 5, Tv. L 8, 262 - Fonte Nova, Santana/AP.
- 30 de março – Macapá
Local: Escola Estadual Maria de Nazaré Pereira Vasconcelos, Rua Vila dos Oliveiras, 372, esquina com a Rodovia JK - Pedrinhas, Macapá/AP.
- 6 de abril – Macapá
Local: Escola Estadual Maria Ivone de Menezes, Rua Antônio Pelaes Trajano de Souza, 1332 - Cidade Nova, Macapá/AP.
O Sarau Terra Caída foi contemplado pela Lei Aldir Blanc e é realizado pelo produtor cultural Tiago Quingosta, com patrocínio do Governo Federal do Brasil e do Ministério da Cultura do Brasil. Os recursos são geridos pela Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult-AP), com produção da Oca Produções.
A proposta do projeto é ampliar o acesso à literatura, promover o intercâmbio entre artistas e estudantes e fortalecer a presença da cultura amapaense no ambiente educacional.
* Fotos: Arquivo do projeto
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