Linha do tempo: Encontro familiar reúne cinco gerações em Santana

Descendência familiar que mantém cinco gerações
Segundo um estudo divulgado no final de 2015, pela Universidade de Utah (EUA), as probabilidades de se manterem cinco gerações de descendentes vivos é registrado um em cada grupo de 50 mil famílias. 

Com certeza um privilégio concebido que em poucas famílias podem ocorrer ao redor do mundo, e por graça Divina é o que acontece na casa de uma família que reside no bairro Paraíso, o maior bairro da cidade de Santana (AP). 

Das cinco gerações de mulheres da família, quatro são mães numa linha genealógica considerada rara em termos de descendência viva. 

A história começa com a aposentada Benta Farias dos Santos, de 97 anos. De origem humilde, a paraense iniciou uma predominância feminina na família: teve duas filhas e um filho. 

Uma das filhas, Heida de Fátima, de 58 anos, teve outras duas meninas. Uma delas, Paula Cristina, 36 anos, teve um casal de filhos. Na ponta dessa árvore genealógica, Danilly Silva, 18 anos (que é filha de Paula Cristina), é mãe do pequeno Miguel, de cinco meses de vida. 

Entenderam essa linha do tempo? Bem, o resultado, em números, é simples: Benta é a matriarca da família com três filhos, cerca de vinte netos (cinco mulheres), 22 bisnetos (três mulheres) e cinco tataranetos. 

Paula é a avó mais nova dessa rara geração
A convivência é a melhor possível. Uma boa parte dessa enorme família mora no Estado, sendo que duas dessas famílias estão residindo no mesmo terreno, na cidade santanense, e nas ocasiões de datas comemorativas, o encontro chega a ser algumas vezes incalculável de tantos parentes dessa árvore genealógica. 

Pela linha genealógica da Família Santos, são ao todo três mulheres avós, sendo que a professora Paula Cristina, de 36 anos, se tornou a mais recente das avós

“Antes era bem estranho, agora estou mais acostumada”, revela a professora, com um sorriso inexplicável quando se trata de cativar o mais novo membro da família, o seu neto Miguel, com poucos meses de vida. “Me sinto uma nova mãe”. 

Quando perguntada sobre as possibilidades de alcançar o privilégio que sua avó galgou, Paula acredita nas vontades Divina. “Se Deus me permitir quero chegar até lá”.

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