Líder da oposição em Santana, Rarison diz não temer candidaturas “de peso”

Estreante na política em Santana – segundo maior município do Amapá – o vereador Rarison Santiago (REPUBLICANOS) foi a um programa radiofônico na capital nesta quinta-feira (30) falar mais sobre o projeto de entrar na disputa pela sucessão do atual prefeito Ofirney Sadala, nas eleições de outubro. 

Rarison tem 34 anos, vem do movimento estudantil e foi o mais votado nas eleições de 2016 em Santana, com 1.889 votos. 

Falando à equipe do programa, ele disse que o trabalho como oposição na Câmara Municipal te sido no sentido de pontuar, orientar, propor e cobrar da gestão municipal pelas melhorias propostas em 27 promessas levadas ao eleitor santanense durante a campanha.

“Não cumpriu, muito longe disso, deixa muito a desejar pois Santana vive hoje uma crise econômica muito grave, com ruas intrafegáveis e com o funcionalismo público sem receber seus salários”, disse o parlamentar. 

Ele destaca que o município possui uma vocação portuária histórica, mas se ressente de uma política pública com foco no desenvolvimento econômico em direção ao crescimento econômico. 

“Isso tudo pela falta de uma visão empreendedora do município, que na contramão disso tudo mantém 1,4 mil contratos temporários mas que não honra com o pagamento dessas pessoas, principalmente os servidores efetivos, que não tem nem previsão de data para receber seus salários, desde o mês de dezembro passado”, critica. 

Bandeiras 
O pré-candidato diz estar realizando escutas populares nos bairros de Santana colhendo contribuições para seu plano de governo, que está focado basicamente em duas frentes de ação, que seriam um choque de gestão, com uma grande reformulação administrativa para enxugar e modernizar a máquina pública, e depois um claro programa de desenvolvimento econômico para o município. 

“Se não for dessa forma Santana não vai sair desse marasmo em que se encontra, administrativo e econômico”, completa. 

Alianças 
Por fim, a imprensa quis saber de Rarison Santiago sobre sua política de alianças visando a construção dessa candidatura. Ele disse que a política é a arte da conversa e que vem dialogando com várias correntes políticas locais e estaduais, que não tem dificuldades em relação a isso, e que só não dialoga com o atual prefeito. 

“As pessoas até vem me questionar sobra uma candidatura A ou B que seriam apoiadas por essa ou aquela autoridade e digo que o que queremos é fazer aliança com o povo, quero ser o candidato do povo”, concluiu o vereador.

Informações postadas no Diário do Amapá

Comentários

  1. Esse foi criado no colo do PSB, aprendeu bastante com Ruy Smith e o velho capiroto... Sabe se articular em benefício próprio, só isso!

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