Ministério Público e Prefeitura de Santana querem ampliar Projeto Escola Restaurativa

Na última quinta-feira (17/08), a promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Mediações, Conciliação e Práticas Restaurativas de Santana, Silvia Canela, acompanhada da promotora de Justiça Gisa Veiga, recebeu o Prefeito de Santana Ofirney Sadala. A Juíza do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) Larissa Noronha, também participou. 

A reunião foi para discutir e alinhar a ampliação das atividades desenvolvidas pelo Núcleo, em instituições de ensino daquela cidade, para outras colégios do município, principalmente para a Escola Inovadora, que será construída no antigo prédio da Prefeitura de Santana, localizada na Área Portuária. 

“Estamos com uma emenda de R$ 3 milhões para construir a Escola Inovadora, onde funcionava a antiga Prefeitura. Uma das nossas metas é firmar parceria com o Ministério Público do Amapá (MP-AP) para que lá também funcione um Núcleo da Escola Restaurativa”, afirmou o prefeito de Santana. 

A promotora Silvia Canela aproveitou para explicar as atividades desenvolvidas pelo projeto, que levam às escolas estaduais e municipais atividades e palestras visando à boa conduta dos estudantes e melhoria nos relacionamentos entre professores, alunos e demais funcionários da escola. 

 “É um projeto que tem dado muitos resultados positivos para a educação. O Projeto Escola Restaurativa vem trazendo para a sociedade santanense uma transformação. É muito importante que o município comece a usar essa nova metodologia nas suas instituições e nas suas relações”, ressaltou a promotora. 

De acordo com a juíza Larissa Noronha, da Vara da Infância e Juventude, com a parceria firmada entre a Prefeitura e o Núcleo será possível aumentar o número de escolas municipais atendidas, dentre estas a Escola Municipal Nossa Senhora dos Navegantes, onde o projeto está em vias de ser executado. 

A partir de um levantamento do Núcleo, algumas famílias atendidas são direcionadas, por meio das Coordenadorias da Prefeitura, para serem atendidas no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), entre outros, gerando em média 50 atendimentos por mês.

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