A Justiça manteve a prisão preventiva de Adriano e Silva Pinheiro, de 49 anos de idade, acusado de matar a companheira Emilly Darck Vanzeler Canela, de 22 anos, com um tiro na cabeça em Santana, no Amapá. O crime aconteceu na manhã do último dia 1º de agosto.
A decisão foi assinada e proferida pelo juiz Julle Anderson de Souza Mota, da 1ª Vara Criminal e Tribunal do Júri de Santana, em 14 de setembro de 2026, que considerou principalmente a gravidade do crime e os indícios de que a vítima teria sido assassinada pelo próprio companheiro, que não teria dado chances de defesa pessoal à vítima.
Desde então, o crime é tratado como feminicídio planejado. Segundo a investigação, o réu retirou uma câmera de segurança da casa antes do crime, ofereceu-se para levar a vítima ao trabalho e efetuou o disparo dentro de um veículo após uma parada abrupta, onde ali teria colocado em prática seu plano de efeutar o crime.
Para a defesa do acusado, há alegação de que houve excesso de prazo, na qual foi pedido liberdade do réu com base em primariedade e residência fixa, e havendo até a contestação sobre a confissão extrajudicial, afirmando que teria ocorrido sob violência policial — argumento rejeitado pelo magistrado para manter a detenção.
Com esta nova decisão, Adriano Pinheiro seguirá aguardando o julgamento na prisão.
Comentários
Postar um comentário