“Tu vens, tu vens, eu já escuto teus sinais…”

Por: Elissandra Lopes.

Nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, Santana vira a página da espera e escreve, com mãos firmes, uma declaração para o futuro. Às margens do rio, o Porto do Povo se ergue como bússola: aponta direções, revela caminhos possíveis e afirma, diante da cidade, das instituições e dos poderes constituídos, que políticas públicas transformadoras não são episódicas, chegaram para permanecer. 

Veem e verão aqueles que rejeitam a rivalidade e escolhem lutar por dignidade, justiça social e desenvolvimento. 

O Porto ilumina caminhos e, sobretudo, confirma algo essencial: o Amapá conta com um representante comprometido, que imprime sentido ao trabalho público. Espera-se das instituições executoras diálogo, eficiência e cooperação, para que as políticas públicas alcancem, com excelência, quem mais precisa: o povo. 

Hoje, acreditamos porque vimos acontecer. Acreditamos porque a promessa saiu do discurso e se transformou em realidade. 

Acreditamos porque o distante, o improvável e o quase impossível se tornaram função, presença e sentido. 

Acreditamos porque houve quem atuasse com dedicação para além do protocolo. Porque houve presença. 

Porque houve compromisso. 

E, sobretudo, porque houve ação. 

Que o Porto do Povo é um equipamento vital de mobilidade para a nossa gente, disso não há dúvidas. Ele pulsa no cotidiano, encurta distâncias, sustenta trajetórias e conecta vidas. Mas reduzi-lo à função logística seria diminuir a grandeza de sua representatividade. 

O Porto do Povo nasce de uma visão que enxerga além do presente. É fruto do olhar de quem compreende a história e assume o desafio de transformá-la. Em um país marcado por desigualdades profundas, políticas públicas não surgem por acaso: são construções coletivas, resultado de persistência, escuta e coragem para ampliar horizontes de inclusão.

Este porto carrega a marca de um pensamento que valoriza as virtudes da cidade e respeita a dignidade do seu povo. 

Um pensamento que compreende que desenvolvimento não pode ser privilégio de poucos e que não há progresso verdadeiro sem justiça social. 

É em Santana que, mais uma vez, a atuação do senador Randolfe Rodrigues se materializa em ação concreta, comprometida com o desenvolvimento integral do Estado do Amapá. Um mandato que escolhe olhar para as margens, para os rios, para aqueles que, por tanto tempo, aguardaram o pleno exercício do direito de ir e vir com dignidade. 

O Porto do Povo é mais que infraestrutura. É reparação construída com diálogo e o trabalho de muitas mãos. 

É o poder público presente onde antes predominava a espera. 

É política pública que rompe silêncios históricos 

e afirma, em voz clara, que o futuro se constrói com e para todos. 

Obras como esta não representam um ponto de chegada, são ponto de partida. 

Cada pilar sustenta mais do que concreto: sustenta uma ideia. A ideia de que o Amapá merece políticas públicas concebidas com sensibilidade, coragem e consciência histórica.

Desenvolvimento verdadeiro é aquele que alcança, com impacto real, quem sempre esteve à margem. É compromisso com a inclusão e com o princípio de não deixar ninguém para trás.

O Porto do Povo é uma declaração. Declaração de confiança em quem escolhe ser instrumento de transformação. Declaração de que o mandato nasce do povo e a ele deve servir, porque é o povo a razão de legislar e governar. 

Seguimos em frente com a certeza de que mais políticas públicas virão. Não como concessão. Não como favor, mas como direito. 

Acreditei, Senador... que chegarias numa manhã de domingo, dessas que despertam devagar. 

Mas vieste antes. 

Vieste numa sexta-feira de janeiro, 

com a cidade ainda aprendendo a ser transformada. 

E, ao chegar, ensinaste: 

a mudança não pede licença — 

atravessa portas abertas 

por aqueles que ousam, 

mesmo diante dos desafios e das adversidades.

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