Comarca de Santana avalia e planeja ações do Projeto Cidadão Mirim para o ano de 2025

Na última quinta-feira (23), o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e o Centro de Justiça Restaurativa (Cejure) de Santana realizaram uma reunião com os parceiros do Projeto Cidadão Mirim Ambiental para avaliar as atividades de 2024 e planejar as ações para 2025. 

O encontro aconteceu na sede da Promotoria de Justiça de Santana e contou com a presença de representantes de instituições parceiras e autoridades locais. 

A reunião teve como objetivo alinhar o calendário de 2025 e revisar os objetivos do programa, que busca formar cidadãos conscientes e comprometidos com a preservação ambiental. As atividades do projeto incluem palestras, oficinas, ações práticas de sustentabilidade e visitas técnicas a áreas de proteção ambiental, direcionadas a crianças da comunidade da Baixada do Ambrósio. 

A reunião contou com a presença da juíza Carline Negreiros, coordenadora do Cejusc e Cejure em Santana; da servidora Neide Santos; do major Cirlei, comandante em exercício do Batalhão Ambiental; da capitã Ana Paula, chefe da Divisão de Ensino e Projetos Sociais; e da sargento Simone Pacheco, coordenadora do Projeto Cidadão Mirim Ambiental. Representantes do Ministério Público do Amapá (MP-AP) na Comarca de Santana e da empresa Sambazon também participaram das discussões. 

Entre os temas debatidos, destacou-se o compromisso com os parceiros do projeto. A empresa Sambazon, que já contribui com lanches para as atividades, anunciou o aumento da quantidade de alimentos oferecidos e a inclusão de maior variedade no cardápio. 

Além disso, a prefeitura de Santana informou que levou a proposta de fornecer cestas básicas mensais para as famílias dos jovens atendidos pelo projeto. 

Segundo a juíza Carline Negreiros, o encontro reforça o compromisso da Justiça com a transformação social, por meio do atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. 

“É um trabalho que vai além da educação. Queremos garantir que esses jovens tenham oportunidades de crescimento pessoal e social. O apoio dos parceiros é fundamental para o sucesso das ações”, destacou a magistrada. 

“A importância desse encontro fortalece os laços entre os parceiros e define o papel de cada um dentro das ações do ano de 2025 do Projeto Cidadão Mirim. O nosso compromisso é social, de acolher e poder contribuir com a formação dessas crianças com poucos recursos. No projeto, elas participam de um acompanhamento escolar e esportivo, com seus pais e familiares”, concluiu a juíza. 

Para a sargento Simone Pacheco, coordenadora do projeto, o apoio das instituições parceiras tem sido crucial. 

“Estamos criando um ambiente de aprendizado e proteção para as crianças e adolescentes. É um trabalho desafiador, mas muito gratificante, especialmente quando vemos o impacto positivo na vida deles e de suas famílias”, pontuou.

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