Quarto em chamas: Como estão as vítimas do incêndio em Santana?

Casal continua internado no HE de Macapá
Continuam internadas no Hospital de Emergências (HE) de Macapá as três vítimas sobreviventes do incêndio que atingiu uma residência em Santana, na madrugada da última quinta-feira (15/06). A esposa e o marido estão em coma na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) segundo a instituição e a menina de 3 anos está em estado estável. 

Na sexta-feira (16) foram confirmadas as mortes de um bebê de dois meses e um menino de 2 anos, que não resistiram aos ferimentos causados pelo fogo. 

De acordo com o Corpo de Bombeiros do Amapá, um homem de 42 anos (Josivaldo César da Silva), a esposa dele de 21 anos (Débora Ferreira dos Anjos), e os três filhos estavam na casa quando as chamas iniciaram. A causa do incêndio ainda é desconhecida. Segundo o hospital, as vítimas apresentaram queimaduras em cerca de 80% do corpo. 

O HE informou que a mãe das crianças, de 21 anos, foi encaminhada para a UTI ainda na quinta-feira. Já o patriarca, que estava em observação, entrou em coma e foi para a unidade na sexta-feira. Eles estavam respirando com a ajuda de aparelhos até esta publicação. 

Segundo o cirurgião plástico do HE, Alieksei Mello, na manhã deste sábado (17/06), a menina de 3 anos estava estável. Ela consegue respirar e se alimentar sem o uso de aparelhos, mas continua em observação na sala de estabilização (semi-intensiva) do hospital. 

“Ela está no Centro de Queimados, acordada e se alimentando e o estado dela já é estável, mas as queimaduras que ela tem no corpo ainda requerem cuidados”, enfatizou. 

Incêndio
O incêndio ocorreu em uma vila de kitnets no bairro Paraíso. Com as chamas, o forro da residência caiu e destruiu os móveis. 

Quando a equipe dos Bombeiros chegou ao local, as chamas já haviam sido contidas com a ajuda de funcionários de uma lavagem de carros, que fica ao lado da residência, mas o trabalho de rescaldo foi necessário. 

O Corpo de Bombeiros realizou uma perícia no local. O resultado sairá em 30 dias, segundo a corporação.

Informações colhidas do G-1 Amapá

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