Tainá: Identificado um novo suspeito na morte de jovem

Márcio foi identificado por câmeras de filmagens
Uma reviravolta no caso da jovem Tainá Barros, de 20 anos, que foi encontrada morta no último final de semana em um terreno baldio na entrada do município de Santana, em frente ao quartel do 4º Batalhão da Polícia Militar da cidade. 

O novo suspeito, de Márcio Roberto Facundes da Silva Rosa tem 30 anos, conhecido também como “Coxó”, foi identificado através de um circuito de imagens de uma câmera de segurança privada. 

Márcio que se apresentou na tarde desta quarta-feira (19/04) com dois advogados, teria cruzado com a vítima (Tainá) no cruzamento da rua onde a mesma atravessava. Na ocasião, Márcio acabou voltando do seu trajeto e saiu seguindo a jovem na madrugada daquele dia 14 de abril. 

Pistas
A Polícia Civil de Santana – que está a frente das investigações – já vem apontando várias pistas que levam Márcio a ser o possível autor direto pela morte da jovem: o suspeito aparece com alguns arranhões pelo corpo, apontado como prováveis danos de uma luta corporal. 

Morta: Tainá foi encontrada despida e estrangulada
O namorado da vítima, Ronaldo Furtado, anteriormente apontado como principal suspeito pela morte da jovem, se apresentou ainda no último domingo (16), onde descreveu para a polícia e para a imprensa todos os detalhes da última vez que esteve com a jovem. 

“O depoimento de Ronaldo estava meio duvidoso até tomarmos conhecimento dessa filmagem que agora o favorece da inocência”, esclareceu o delegado Sandro Torrinha, que está comandando o caso. 

Segundo o delegado, o novo suspeito foi legalmente identificado por parentes e amigos próximos que também viram as filmagens. 

“Ele (Márcio) aparece passando ao lado da jovem e depois volta para segui-la, a partir daí não se sabe o que de fato aconteceu”, disse. 

Perícia
A Polícia de Santana está aguardando agora o laudo oficial da Polícia Técnica do Amapá (Politec/AP) sobre o local onde o corpo de Tainá foi encontrado para averiguar as possibilidades de constatar outros detalhes sobre sua morte, pois, acredita-se que ela tenha sido morta em outro lugar e depois levada para esse terreno. 

Além de está despida, o corpo da jovem apresentava sinais de violência sexual e esganadura. 

A Polícia percebeu a existência de arranhões pelo corpo do Márcio Rosa que alega ter sido provocadas por ataque canino. 

Após prestar depoimento por mais de duas horas na Delegacia de Polícia no Igarapé da Fortaleza (que ficou cercada por familiares da jovem), Márcio seguiu para fazer exames de corpo e delito.

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